quarta-feira, 4 de novembro de 2009

A vida

As coisas estão difíceis...Não sei qual rumo tomar. Não gosto mais do que eu faço. Não sei nem como comçar a mudar. Não ganho bem. Alguém me ajuda?

terça-feira, 3 de novembro de 2009

E a vida, Manu, como anda?

na volta ao blog vou perguntar e responder no melhor estilo "rapidinhas"

cidade? SP
Profissão? difícil, mas em um bom memento
Maior desafio? ficar longe do Rio
Arrependimento? ter comprado um Ipod rosa
alimentação atual? comida natural todo dia (saco)
coração? batendo por obrigação
família? problema e soulução
amigos? muito poucos, mas leais
alguém em vista? claro que sim, né?
alguém que valha a pena? claro que não, né?
trilha sonora do momento: tudo diferente, maria gadú
um herói: meus heróis morreram de overdose, meus inimigos estão no poder
mágoa: guardo mágoa não
vai votar na Dilma? é...essa é uma mágoa
uma perda? galera que me conhece pode responder essa
uma vitória? minha vida profissional
um orgulho? meu pai
uma decepção? meu pai
uma realidade? acho que sou feliz

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Da sére: Maria Manoela, toma um rumo na sua vida

Minha vida anda sem rumo há um tempo: pulando de agência em agência, na verdade só mudando de problema. Meu tempo em agência já deu. Tô de saco cheio desse vazio existencial das agências e da mediocridade das pessoas que nesse ambiente trabalham. Agora, o que eu faço para mudar? Nada, né? Vou mudar de agência outra vez. Humpf.

Ontem, fui para casa toda feliz com meu novo trabalho e mais ainda com o novo salário. parei no mercado para comprar vinho e queijo e encontro uma das pessoas mais mau caráter que eu conheci. Pessoinha do movimento estudantil que eu já falei várias vezes nesse blog.

Eu, como pessoa educada que sou, páro para falar. Conversa vai conversa vem, ele me diz que tá fazendo mestrado no IUPERJ. CARALHO. Lembrei que sai da faculdade com a certeza de que queria fazer isso mestrado, mas nunca parei para estudar. Esqueci mesmo que esse era meu plano de vida.

Tô puta.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Mais um pra você

Não durmo mais.
Noites e mais noites acordada
Pensando
Como anda a vida?
Vai saber, né?
Vi em balde de gelo original
Lembrei do dono
dos sorrisos
da falata que me fez um dia.
Ah, como fez falta.
Hoje tá tudo tão diferente
Como fomos deixar?
Agora já tem outra pessoa
Não o ideal, não o que eu sonhei, não o homem da minha vida
Mas tem outra pessoa ocupando meu coração
Olhando o sorriso
pensei em como foi preciso deixar tudo para trás
O passado tá lá.
No seu olhar
No meu quentinho
No seu sorriso
Na minha lágrima

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Quem sabe faz a hora não espera acontecer

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.
Desta forma, eu digo:
Não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo,
pois a única falta que terá,
será desse tempo que infelizmente não voltará mais.'

(mario quintana)

Hoje é aniversário de homem da minha vida

Construção
Chico Buarque

Composição: Chico Buarque

Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego

Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo
Bebeu e soluçou como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público

Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contra-mão atrapalhando o sábado

Por esse pão pra comer, por esse chão prá dormir
A certidão pra nascer e a concessão pra sorrir
Por me deixar respirar, por me deixar existir,
Deus lhe pague
Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir
Pela fumaça e a desgraça, que a gente tem que tossir
Pelos andaimes pingentes que a gente tem que cair,
Deus lhe pague
Pela mulher carpideira pra nos louvar e cuspir
E pelas moscas bicheiras a nos beijar e cobrir
E pela paz derradeira que enfim vai nos redimir,
Deus lhe pagu

terça-feira, 9 de junho de 2009

Tudo nessa vida tem um significado ou por que as coisas só acontecem comigo?

Gente, tô eu linda e faceira andando pela rua quando uma menina, que vinha na direção contrária, coloca a mão no meu peito. Tipo, como assim?

Sei que meus peitos são enooormes, chamam atenção, mas dai a atrair lésbicas ousadas no meio do Largo do machado, não sei não.

Significado: sou gostosa para homens e mulheres, tenho que parar de usar decote ou eu não consigo nem gerenciar quem põe a mão no meu peito, quanto mais gerenciar minha vida?