Mistake...
"Eu acho que o tempo todo eu amei errado. Agora vejo, o que eu sinto não é amor em excesso, e sim ausência de amor próprio. Eu me falto muito. Pois bem, eu me perdôo por isso. Não vou continuar a me olhar no espelho com essa cara de ‘E agora?’. Ninguém pode acertar sempre, nem ser bom o tempo todo, ou manter o sorriso no rosto todas as horas do dia. Às vezes a gente acorda com mau humor, com a sorte virada às avessas, e tropeça, fala palavrão, e se economiza para depois se gastar erroneamente. O que não dá é para ficar parada, segurando os ponteiros do relógio para tentar ganhar tempo. Da vida, o relógio não dá conta, não. Mas daí, quando a gente se descobre a nossa melhor companhia, se permite dormir até mais tarde, rir de si mesma, escolher a música para se ouvir no carro, decidir o sabor da pizza, escolher o lado da cama para se dormir, e o programa do fim de semana para se divertir. Não dá mais para fazer economias quando o assunto é ser feliz. Posso até escolher alguém para me dividir, desde que eu fique com a maior e melhor parte de mim."
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(Gabriela Castro)
terça-feira, 27 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Ou
A brincadeira é simples: é OU. Sem explicação. Sem sabero o que eu tô pensando ou o que você vai responder. É simplesmento OU
Pra não dizer que não falei de flores ou sabiá?
Caetano ou Chico?
Bob's ou Mc donalds?
Coca ou Pepsi?
Serra ou Dilma?
Beatles ou Roling Stones?
Cerveja ou vinho?
Cerveja ou chopp?
Itahy ou Sindicato?
Jazz ou Rock?
Joana Angélica ou Vinícios de Moraes?
Ipanema ou Leblon?
Botafogo ou Copacabana?
Bruno ou Nardoni?
Bruno ou Guilherme de Pádua?
Cachorro ou gato?
Cachorro ou criança?
Caetano ou Gil?
Lulu ou Mutantes?
Poderoso Chafão 1 ou Poderoso chefão 2?
Goonies ou Curtindo a vida adoidado?
Cospe ou engole?
Loira ou morena?
Com camisinha ou sem camisinha?
Sóbrio ou bêbado?
Com luz ou sem luz?
Preto ou branco?
Fievel ou Buchecha?
Gordinho ou Buchecha?
Manu ou Toquinho?
Dépito ou crédito?
E assim foi: de 14 às 21...
É muito bom ser feliz, heim.
Pra não dizer que não falei de flores ou sabiá?
Caetano ou Chico?
Bob's ou Mc donalds?
Coca ou Pepsi?
Serra ou Dilma?
Beatles ou Roling Stones?
Cerveja ou vinho?
Cerveja ou chopp?
Itahy ou Sindicato?
Jazz ou Rock?
Joana Angélica ou Vinícios de Moraes?
Ipanema ou Leblon?
Botafogo ou Copacabana?
Bruno ou Nardoni?
Bruno ou Guilherme de Pádua?
Cachorro ou gato?
Cachorro ou criança?
Caetano ou Gil?
Lulu ou Mutantes?
Poderoso Chafão 1 ou Poderoso chefão 2?
Goonies ou Curtindo a vida adoidado?
Cospe ou engole?
Loira ou morena?
Com camisinha ou sem camisinha?
Sóbrio ou bêbado?
Com luz ou sem luz?
Preto ou branco?
Fievel ou Buchecha?
Gordinho ou Buchecha?
Manu ou Toquinho?
Dépito ou crédito?
E assim foi: de 14 às 21...
É muito bom ser feliz, heim.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Morte
Morte
Não é com um tema nada agradável que eu retorno ao blog. Morte é um tema sempre chato, muitos acham mórbido. Desde pequena, nunca vi problema nenhuma na morte ou no fim da vida. Como tudo, acho que a vida tem começo, meio e fim. Uma hora tem que acabar mesmo.
Nunca tive medo de cemitério, na verdade, sempre tive uma certa atração por tudo que diz respeito a morte. Não no sentido mórbido, mas na tentativa de entender porque o fim incomodava tanto as pessoas. Isso é uma das coisas em mim que não mudou.
Não sou uma maluca, insensível e sem coração. Não fico feliz quando alguém morre, embora acredite que esse seria um caminho mais fácil, uma vez que a morte não tem jeito. Mas acho que a morte poderia ser vista e analisada de outra forma. O luto poderia ser melhor aproveitado, já que ele não tem jeito. Tem que ser vivido. Não temos escolha.
Não estou dizendo que não fica saudade, carinho, lembrança. Às vezes, fica raiva, medo, solidão. Tudo isso fica e ficará, faz parte da perda e do luto.
A pessoa morrer significa que a partir daquele momento ela não existe mais, virou pó, mas ela virou pó e não as coisas que viveu e que deixou. E ai que começa a minha forma de luto. Toda vez que alguém próximo morre, eu entro em um processo de análise do momento, da situação, do que ela deixou, do que passou para mim.
Quando um amigo meu morreu, eu não consegui derramar uma lágrima. Me senti uma freak. Todas as minhas amigas se descabelando no enterro, os meninos arrasados. Eu tava triste também. Abalada. Mas eu fiquei arrasada mesmo quando vi a família dele. Seus 3 irmãos sem alma, a mãe dele envelhecida uns 10 anos, o pai, antes com um olhar alegre, estava com um olhar perdido que nunca mais foi achado.
No momento que eu vi a família, chorei. Chorei pelo desespero deles, pelo sofrimento, pelo que poderia doer em mim se um irmão meu morresse de forma tão estúpida. Nesse momento, senti raiva. Muita raiva do Gustavo. Uma raiva que durou muitos anos e eu lembro toda vez que encontro um irmão dele.
Além da raiva que eu senti dele, ficaram lembranças da nossa infância, da sua alegria, das merdas que a gente fazia no colégio, dos churrascos na casa dele. Na última vez que a gente se viu, no meu aniversário de 21 anos. A lembrança dele ficou viva em mim, de alguma forma.
Sem choro nem vela, mas lembrado, com nostalgia e com saudade, mas nunca pensando, "ah, se ele estivesse aqui". Isso para mim é maluquice total. É não querer viver o presente para viver em um passado de ilusão. A pessoa acabou. Puf. Foi.
Eu vou na contra mão de maioria das pessoas, mas acho que é porque a minha família tem uma relação meio doentia com a morte. Meu tio avó até hoje não superou a morte da mãe. Fica pelos cantos justificando sua vida fracassada com a morte da mãe. Minha mãe faz a mesma coisa: tudo é culpa do pai maluco que morreu.
Acho uma maluquice sem fim justificar fracasso, no fracasso ou morte dos outros, mas entendo, que é muito mais fácil você não resolver seus problemas se pendurando na morte de alguém ou no fracasso de alguém. É uma forma mais fácil, menos dolorosa de ver a vida.
Pois bem, retomei o blog hoje, pois uma cliente aqui da agência morreu. Devia ter no máximo, 40 anos. Diretora de mkt. Vivia para o trabalho. Tinha acabado de ficar noiva. Ai fico pensando como é tudo tão efêmero, tão rápido, tão passageiro, tão frágil.
Ficar enfiada dentro do trabalho não pode ser a minha única razão de viver. Não pode. Existe vida lá fora e ela pode acabar de repente. E o que eu vou deixar se acabar amanhã? O que as pessoas vão lembrar? O que eu fiz ou vou fazer que vai fazer alguém pensar em mim com carinho e admiração? Será que eu só vou ser lembrada por ser responsável, trabalhadora, inteligente? Isso já é uma grande coisa. Só preciso avaliar se é só isso que eu quero deixar.
Essa perda de hoje, está me fazendo pensar que não. Não é só isso que eu quero deixar. Por mim. A vida não será reduzida a receber dinheiro, ficar o mês todo torcendo para o outro mês chegar e entrar mais dinheiro.
A vida é sempre tão intensa que quando a gente vê, entramos em um círculo vicioso, um buraco negro que te leva para um mundo que você não queria, mas quando acordar daqui ha 20 anos, vai ver que foi isso que foi construído.
Hora de acordar.
Não é com um tema nada agradável que eu retorno ao blog. Morte é um tema sempre chato, muitos acham mórbido. Desde pequena, nunca vi problema nenhuma na morte ou no fim da vida. Como tudo, acho que a vida tem começo, meio e fim. Uma hora tem que acabar mesmo.
Nunca tive medo de cemitério, na verdade, sempre tive uma certa atração por tudo que diz respeito a morte. Não no sentido mórbido, mas na tentativa de entender porque o fim incomodava tanto as pessoas. Isso é uma das coisas em mim que não mudou.
Não sou uma maluca, insensível e sem coração. Não fico feliz quando alguém morre, embora acredite que esse seria um caminho mais fácil, uma vez que a morte não tem jeito. Mas acho que a morte poderia ser vista e analisada de outra forma. O luto poderia ser melhor aproveitado, já que ele não tem jeito. Tem que ser vivido. Não temos escolha.
Não estou dizendo que não fica saudade, carinho, lembrança. Às vezes, fica raiva, medo, solidão. Tudo isso fica e ficará, faz parte da perda e do luto.
A pessoa morrer significa que a partir daquele momento ela não existe mais, virou pó, mas ela virou pó e não as coisas que viveu e que deixou. E ai que começa a minha forma de luto. Toda vez que alguém próximo morre, eu entro em um processo de análise do momento, da situação, do que ela deixou, do que passou para mim.
Quando um amigo meu morreu, eu não consegui derramar uma lágrima. Me senti uma freak. Todas as minhas amigas se descabelando no enterro, os meninos arrasados. Eu tava triste também. Abalada. Mas eu fiquei arrasada mesmo quando vi a família dele. Seus 3 irmãos sem alma, a mãe dele envelhecida uns 10 anos, o pai, antes com um olhar alegre, estava com um olhar perdido que nunca mais foi achado.
No momento que eu vi a família, chorei. Chorei pelo desespero deles, pelo sofrimento, pelo que poderia doer em mim se um irmão meu morresse de forma tão estúpida. Nesse momento, senti raiva. Muita raiva do Gustavo. Uma raiva que durou muitos anos e eu lembro toda vez que encontro um irmão dele.
Além da raiva que eu senti dele, ficaram lembranças da nossa infância, da sua alegria, das merdas que a gente fazia no colégio, dos churrascos na casa dele. Na última vez que a gente se viu, no meu aniversário de 21 anos. A lembrança dele ficou viva em mim, de alguma forma.
Sem choro nem vela, mas lembrado, com nostalgia e com saudade, mas nunca pensando, "ah, se ele estivesse aqui". Isso para mim é maluquice total. É não querer viver o presente para viver em um passado de ilusão. A pessoa acabou. Puf. Foi.
Eu vou na contra mão de maioria das pessoas, mas acho que é porque a minha família tem uma relação meio doentia com a morte. Meu tio avó até hoje não superou a morte da mãe. Fica pelos cantos justificando sua vida fracassada com a morte da mãe. Minha mãe faz a mesma coisa: tudo é culpa do pai maluco que morreu.
Acho uma maluquice sem fim justificar fracasso, no fracasso ou morte dos outros, mas entendo, que é muito mais fácil você não resolver seus problemas se pendurando na morte de alguém ou no fracasso de alguém. É uma forma mais fácil, menos dolorosa de ver a vida.
Pois bem, retomei o blog hoje, pois uma cliente aqui da agência morreu. Devia ter no máximo, 40 anos. Diretora de mkt. Vivia para o trabalho. Tinha acabado de ficar noiva. Ai fico pensando como é tudo tão efêmero, tão rápido, tão passageiro, tão frágil.
Ficar enfiada dentro do trabalho não pode ser a minha única razão de viver. Não pode. Existe vida lá fora e ela pode acabar de repente. E o que eu vou deixar se acabar amanhã? O que as pessoas vão lembrar? O que eu fiz ou vou fazer que vai fazer alguém pensar em mim com carinho e admiração? Será que eu só vou ser lembrada por ser responsável, trabalhadora, inteligente? Isso já é uma grande coisa. Só preciso avaliar se é só isso que eu quero deixar.
Essa perda de hoje, está me fazendo pensar que não. Não é só isso que eu quero deixar. Por mim. A vida não será reduzida a receber dinheiro, ficar o mês todo torcendo para o outro mês chegar e entrar mais dinheiro.
A vida é sempre tão intensa que quando a gente vê, entramos em um círculo vicioso, um buraco negro que te leva para um mundo que você não queria, mas quando acordar daqui ha 20 anos, vai ver que foi isso que foi construído.
Hora de acordar.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Respondendo a mim mesma
No dia 30 de Março de 2010, decidi que no dia seguinte seria meu reveillon. Resolvi seguir a minha amiga Fernanda que decidiu fazer um reveillon toda vez que as vida estivesse entrando em um ciclo vicioso. Pois bem,a vida tava entrando em um ciclo bem escroto e eu, cada vez mais, sem saber o que fazer. Assim, Abril começou e eu entrei em uma nova fase, afinal que motivo eu tenho para reclamar da vida? Nunca estive tão feliz com o meu trabalho (é verdade! sem reclamações!), minha família só me dá alegrias, meus amigos, bem, esses não tem nem o que falar. Então vamos as rapidinhas que eu tô com dor na coluna:
- Apaixonada? nem. tenho coisa melhor pra fazer
- Trabalho? motivo de muitas alegrias atuais
- chefe? opa, dessa vez arrumei uma pessoa que é uma verdadeira chefe
- família? saudades
- rio de janeiro? casa de praia
- são paulo? minha casa
- motivo de tristeza? ter acabado alguns relacionamentos sem ele ter acabado antes
- arrependimento? nope
- um motivo de orgulho? minha profissão
- uma raiva guardada? nenhuma
- um ídolo? podem ser 3? meus avós
- um sonho? minha casa de vila, uma cadeira de balanço, um Ipad e uma gata preta chamada Morgana
- Apaixonada? nem. tenho coisa melhor pra fazer
- Trabalho? motivo de muitas alegrias atuais
- chefe? opa, dessa vez arrumei uma pessoa que é uma verdadeira chefe
- família? saudades
- rio de janeiro? casa de praia
- são paulo? minha casa
- motivo de tristeza? ter acabado alguns relacionamentos sem ele ter acabado antes
- arrependimento? nope
- um motivo de orgulho? minha profissão
- uma raiva guardada? nenhuma
- um ídolo? podem ser 3? meus avós
- um sonho? minha casa de vila, uma cadeira de balanço, um Ipad e uma gata preta chamada Morgana
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Ressaca de carnaval
Preciso escrever, mas estou sem tempo. Muito sem tempo, mas preciso. Alguém me da colo? O que será que ta acontecendo? Vontade louca de chorar.
ops,
TPM
ops,
TPM
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
tpm, seu nome é manu
são tantas coisas que eu nem sei por onde começar. Estou numa vibe meio "querido diário", mas sem saber o que escrever.
Existe uma ou umas teorias que dizem que o sofrimento potencializa a criatividade. Bem, se for verdae, eu não esou sofrendo nada, né? Tô consegeguinto elaborar meus pensamentos não.
Existe uma ou umas teorias que dizem que o sofrimento potencializa a criatividade. Bem, se for verdae, eu não esou sofrendo nada, né? Tô consegeguinto elaborar meus pensamentos não.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Parece que mais uma vez estou ouvindo a mesma música
Acima Do Sol
Skank
Composição: Chico Amaral / Samuel Rosa
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Assim ela já vai
Achar o cara que lhe queira
Como você não quis fazer
Sim, eu sei que ela só vai
Achar alguém pra vida inteira
Como você não quis...
Tão fácil perceber
Que a sorte escolheu você
E você cego, nem nota
Quando tudo ainda é nada
Quando o dia é madrugada
Você gastou sua cota...
Eu não posso te ajudar
Esse caminho não há outro
Que por você faça
Eu queria insistir
Mas o caminho só existe
Quando você passa...
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Quando muito ainda é pouco
Você quer infantil e louco
Um sol acima do sol
Mas quando sempre
É sempre nunca
Quando ao lado ainda
É muito mais longe
Que qualquer lugar...
Um dia ela já vai
Achar o cara que lhe queira
Como você não quis fazer
Sim, eu sei que ela só vai
Achar alguém prá vida inteira
Como você não quis...
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Se a sorte lhe sorriu
Porque não sorrir de volta
Você nunca olha a sua volta
Não quero estar sendo mau
Moralista ou banal
Aqui está o que me afligia...
Um dia ela já vai
Achar o cara que lhe queira
Como você não quis fazer
Sim, eu sei que ela só vai
Achar alguém pra vida inteira
Como você não quis...
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Skank
Composição: Chico Amaral / Samuel Rosa
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Assim ela já vai
Achar o cara que lhe queira
Como você não quis fazer
Sim, eu sei que ela só vai
Achar alguém pra vida inteira
Como você não quis...
Tão fácil perceber
Que a sorte escolheu você
E você cego, nem nota
Quando tudo ainda é nada
Quando o dia é madrugada
Você gastou sua cota...
Eu não posso te ajudar
Esse caminho não há outro
Que por você faça
Eu queria insistir
Mas o caminho só existe
Quando você passa...
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Quando muito ainda é pouco
Você quer infantil e louco
Um sol acima do sol
Mas quando sempre
É sempre nunca
Quando ao lado ainda
É muito mais longe
Que qualquer lugar...
Um dia ela já vai
Achar o cara que lhe queira
Como você não quis fazer
Sim, eu sei que ela só vai
Achar alguém prá vida inteira
Como você não quis...
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Se a sorte lhe sorriu
Porque não sorrir de volta
Você nunca olha a sua volta
Não quero estar sendo mau
Moralista ou banal
Aqui está o que me afligia...
Um dia ela já vai
Achar o cara que lhe queira
Como você não quis fazer
Sim, eu sei que ela só vai
Achar alguém pra vida inteira
Como você não quis...
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
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